Seduc realiza capacitação para aplicação da Prova Goiás


Diretores dos núcleo pedagógicos das SREs e dos NTEs participam de conferência no dia 12

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) realiza no próximo dia 12 de novembro, das 14h às 18h, webconferência para diretores de Núcleo Pedagógico das Subsecretarias Regionais de Educação e diretores dos polos da Escola de Formação/NTEs para repassar orientações a respeito da aplicação da Prova Goiás – Sistema de Avaliação Educacional do Estado de Goiás (Saego), prevista para o início de dezembro. A própria Seduc é a responsável por elaborar e aplicar a prova que irá compor o Índice de Desenvolvimento da Educação Goiana (Idego) de 2012.

A webconferência para capacitação dos diretores será feita em Goiânia pelos profissionais Renato Moura, assessor do Núcleo de Orientação Pedagógica, e Marcelo Jerônimo, diretor do NTE Goiânia, e será transmitida para todos os 26 polos da Escola de Formação localizados em diferentes regiões do estado, onde estarão reunidos os profissionais que irão trabalhar diretamente na aplicação das provas. Vale lembrar que nos dias 29 e 30 deste mês eles participaram do 7º Encontro Formativo, em Goianésia, que tratou, entre outras questões, da segunda edição da Prova Goiás/Saego.

Logística
Serão realizadas uma prova de Língua Portuguesa e outra de Matemática, para alunos das turmas de 2º, 5º e 9º ano do Ensino Fundamental e para os estudantes da 3ª série do Ensino Médio. Em cada escola, um profissional será o coordenador local para aplicação da Prova Goiás. Os aplicadores serão os próprios professores, sendo que os de Língua Portuguesa e Matemática atuarão em salas onde não são os regentes.

Toda a logística para a aplicação das provas será fornecida por cada uma das 40 Subsecretarias Regionais de Educação. Os diretores dos Núcleos Pedagógicos deverão encaminhar ao Núcleo de Orientação Pedagógica da Seduc as planilhas preenchidas com os dados dos professores aplicadores de cada turma, bem como os dados do coordenador local do Saego/Prova Goiás. As provas serão aplicadas no horário normal de aula, sem a necessidade de dispensa de alunos.

Em novembro do ano passado, 136 mil estudantes participaram da primeira edição do Saego. Entre outras finalidades da avaliação do Saego, a Secretaria passou a contar com um indicador anual que facilita a definição de novas estratégias e reorientação pedagógica na rede, com foco nas dificuldades apresentadas pelos alunos em diferentes fases do processo de aprendizado. Também é com base no desempenho dos estudantes na Prova Goiás que a Seduc entrega o Prêmio Aluno, uma poupança no valor de R$ 1 mil que beneficiou quatro mil alunos em 2012. Em 2013, o valor será reajustado para R$ 1,1 mil e contemplará dez mil estudantes.

Fonte: Secretaria daEducação do Estado de Goiás


Criado em: 07 nov 2012 | Categoria: Notícias |

Saego: apoio às escolas consideradas vulneráveis


Com nível de detalhamento do Idego é possível reorientar formações, metodologias e currículos

As médias de proficiência dos alunos das escolas estaduais nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, obtidas pela Secretaria de Estado da Educação pelo seu Sistema de Avaliação da Educação do Estado de Goiás (Saego), são um instrumento precioso para a gestão da educação na rede pública de ensino. O nível de detalhamento da avaliação, que serviu para o cálculo do primeiro Índice de Desenvolvimento da Educação Goiana (Idego), permite saber anualmente quantos e quais os estudantes que se encontram em cada padrão da escala de proficiência nas duas disciplinas, o que possibilita intervenções pontuais em cada sala de aula para a redução das desigualdades educacionais entre as escolas. Ou seja, pela primeira vez, na rede estadual, está sendo possível conhecer o que cada estudante aprendeu ou deixou de aprender dentro da sala de aula.

Essas médias, de 5,5 para os anos iniciais do Ensino Fundamental, de 4,0 nos anos finais e de 3,5 no Ensino Médio, foram calculadas com base na Prova Goiás (que é um dos componentes do Saego), aplicada no ano passado.

Em cada Subsecretaria Regional de Educação, os diretores de Núcleos Pedagógicos, os coordenadores pedagógicos das escolas, os tutores e os gestores escolares receberam capacitação para utilizarem os resultados e reorientar as ações pedagógicas nas unidades educacionais. Todas as escolas já têm os cadernos com as notas dos seus alunos e as utilizam exclusivamente para fins pedagógicos. Em diferentes encontros, realizados em Goiânia e nas subsecretarias regionais, os analistas e especialistas do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), parceira da Secretaria da Educação na aplicação e análise do Saego, apresentaram à equipe pedagógica os caminhos para o uso dos resultados da Prova Goiás.

Para o professor, a análise detalhada da situação da turma de alunos dá oportunidade para que ele reveja metodologias e conteúdos, se aperfeiçoe e dê atenção especial aos estudantes com mais dificuldades, o encaminhe para reforço ou atendimento no contraturno escolar. Para a Secretaria da Educação, os dados ajudam a definir e a organizar melhor as políticas para o atendimento pedagógico, de acordo com a necessidade de cada escola e de cada subsecretaria regional.

Direcionamento de ações
A partir das notas do Idego, a Secretaria de Educação pode, por exemplo, direcionar o programa de formação continuada dos professores, com cursos que atendam as necessidades e particularidades da rede, como o curso “Faces da Geometria”, para professores de Matemática, que está sendo realizado para todas as regionais; a revisão de conteúdos; a produção de material didático pedagógico; a correção de fluxo; e a reformulação de currículos em todas as etapas do ensino. Tudo isso visando reduzir as desigualdades dentro das escolas da rede estadual. Detectar e dar suporte diferenciado às escolas em situação vulnerável é uma estratégia que é adotada em Goiás. Por isso os mecanismos de avaliação são bem-vindos.

Ao mesmo tempo em que adota medidas de apoio à aprendizagem, como o Programa de Apoio e Suporte Pedagógico (Pasp) e o da Formação – Mediação Inovadora, a Secretaria da Educação também estimula o aprendizado entre aqueles que estão mais avançados, tornando o ensino mais atrativo, com aulas mais dinâmicas e metodologias diferenciadas.

Fonte: Secretaria da Educação do Estado de Goiás


Criado em: 25 set 2012 | Tags:
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Divulgado Índice de Desenvolvimento da Educação Goiana


A Secretaria da Educação (Seduc) divulga o primeiro Índice de Desenvolvimento da Educação Goiana, obtido a partir dos resultados da Prova Goiás, aplicada em novembro do ano passado. O índice, proposto no plano de reforma educacional, o Pacto pela Educação, permite ao Governo de Goiás ter, anualmente, a radiografia do ensino e do aprendizado nas escolas da rede estadual para definir com mais agilidade as intervenções pedagógicas necessárias à melhoria da educação.

Nos anos iniciais (1º ao 5º) do Ensino Fundamental, as escolas da rede estadual alcançaram o índice 5,5, enquanto nos anos finais (6º ao 9º) o índice das escolas atingiu nota 4. No Ensino Médio, as escolas alcançaram o índice 3,5.

O índice é um dos componentes do Sistema de Avaliação do Estado de Goiás (Saego), criado pela atual gestão, e que engloba também a Prova Goiás, aplicada em toda a rede estadual para avaliar o desempenho dos alunos em Língua Portuguesa e Matemática. As provas são aplicadas para os alunos das séries finais das três etapas da educação básica.

As provas do Saego (Prova Goiás), que originam os números do Índice de Desenvolvimento da Educação Goiana, realizadas pela Secretaria da Educação em parceria com o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CaEd) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), foram aplicadas em novembro de 2011 e feitas especificamente para a avaliação das escolas goianas.

Com este sistema próprio de avaliação, a Seduc poderá identificar potencialidades e limitações para redefinir ações e estratégias de apoio a situações de maior vulnerabilidade. O Saego também representa um importante instrumento para mensurar a eficácia das políticas públicas formuladas para a rede pública estadual, pois fornece uma espécie de “raio X” do desempenho do aluno, enquanto outros indicadores, como o Ideb, divulga os resultados das escolas. Outro ponto positivo do Saego, em comparação com o próprio Ideb, é que esse sistema de avaliação da Seduc é anual, ou seja, divulgado num espaço menor de tempo, permite, com mais agilidade, o redirecionamento de esforços e a adoção de novas iniciativas para melhorar o sistema educacional.

O Idego possibilitará ao Governo de Goiás, a partir de agora, definir novas metas para as escolas estaduais com base no índice alcançado em 2011. Essas metas poderão, inclusive, ser revisadas ano a ano, o que não era possível ser feito só com os índices nacionais calculados pelo Governo Federal. “Hoje, por meio do Saego, uma escola da rede pública estadual sabe qual o desempenho de cada aluno. Isto permite que ela reveja ações e estratégias e foque em quem não está muito bem e, ao mesmo tempo, continue incentivando aqueles que estão se destacando. O Saego também possibilita a implementação de programas específicos que melhorem ainda mais o processo de ensino e aprendizagem”, afirma o chefe do Núcleo de Orientação Pedagógica da Seduc, professor Raph Gomes Alves.

Fonte: dm.com.br


Criado em: 24 set 2012 | Categoria: Notícias |

Secretaria da Educação e CAEd realizam mais uma formação para uso pedagógico dos resultados do SAEGO


Participaram tutores, diretores de núcleos pedagógicos e tecnológicos das regionais

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) realizaram, em Goiânia, mais uma etapa presencial da formação destinada à análise e ao uso pedagógico dos resultados do SAEGO (Sistema de Avaliação Educacional do Estado de Goiás). Durante o encontro, os educadores receberam dos técnicos do CaEd orientações que facilitam a análise dos resultados das provas e também do questionário socioeconômico aplicado por ocasião das provas de Língua Portuguesa e Matemática em toda a rede pública.

Os participantes da formação em Goiânia receberam explicações de como são estruturados os 21 diferentes cadernos de provas do SAEGO, com a utilização de 75 itens de Língua Portuguesa e 75 itens de Matemática. Também analisaram os vários aspectos que envolveram a produção e a análise dos questionários socioeconômicos respondidos – com o SAEGO – pelos estudantes e também pelos professores, gestores das escolas e coordenadores pedagógicos. Os questionários são instrumentos para melhor compreender os fatores internos e externos à escola que influenciam no aprendizado dos alunos.

O objetivo da capacitação era o de favorecer aos educadores as condições para que, a partir dos resultados do SAEGO, pudessem compreender melhor a realidade dos alunos, dos professores e da escola e contribuir para o melhor ensino e aprendizado na rede pública do estado de Goiás.

As provas – A escala de proficiência utilizada para a produção dos testes do SAEGO é a mesma de exames de larga escala como o SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica no Brasil), que tem como base a Teoria de Resposta ao Item (TRI) – que permite a comparação com anos anteriores, entre escolas e entre turmas, além da análise tanto da resposta certa quanto da resposta errada, identificando os chamados “chutes”, entre outras possibilidades.

Divididos em dez oficinas, que foram conduzidas por cientistas sociais, geógrafos e outros profissionais analistas do CaEd, os educadores da rede estadual puderam, no segundo dia da formação presencial, discutir com profundidade o ensino e a avaliação da Matemática, o ensino e a avaliação da Língua Portuguesa, e também o Contexto Socioeconômico em que a escola está inserida. De forma alternada, eles participaram de todas as oficinas.

De acordo com o sociólogo Túlio Silva de Paula, um dos analistas do CaEd que orientou os trabalhos nas oficinas de capacitação, há vários fatores que influenciam o aprendizado dos estudantes na escola – internos e externos – e é preciso estar preparado para fazer a análise desses fatores. Para abrir a oficina, ele utilizou diferentes gráficos produzidos pelo IBGE no censo de 2010, estimulando o debate e instigando os educadores – a maioria tutores pedagógicos – a observarem as inúmeras possibilidades de leitura a partir das imagens.

Em seguida, ele passou à apresentação dos fatores que fazem diferença no desempenho do aluno na escola, abordando ainda a eficácia da unidade educacional, eficácia do professor e eficácia do aluno. Entre aqueles fatores que tornam uma escola melhor, está a liderança do gestor, a relação do professor com o aluno, a cultura escolar positiva e as altas expectativas quanto ao rendimento escolar, além de outros fatores associados.

Dos fatores externos que mais influenciam a vida escolar dos estudantes, segundo Túlio Silva de Paula, estão a motivação e a expectativa dos pais em relação ao desempenho dos filhos. “Não é preciso que os pais sentem com os filhos e os ajudem diretamente nas tarefas, mas que se coloquem diariamente presentes, procurando saber se precisam de ajuda, se eles estão indo bem, se têm dificuldades, encorajando-os para que façam o melhor, disciplinando horários para os estudos, entre outros aspectos. Em outras palavras, uma família que motiva os filhos amplia as chances de sucesso deles na vida escolar”, enfatizou.

A formação para o uso pedagógico dos resultados do SAEGO continua a distância, por meio de plataforma específica disponibilizada aos tutores, diretores de núcleo pedagógico e NTEs e subsecretários regionais de Educação. Esses resultados do SAEGO estão subsidiando a Secretaria da Educação na definição de novas diretrizes pedagógicas para a rede pública estadual.

Fonte: Secretaria da Educação do Estado de Goiás


Criado em: 20 jun 2012 | Categoria: Notícias |

Seduc realiza formação para uso pedagógico dos resultados de avaliações


Encontro conta com participação de técnicos do CAED.

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) realizam seminário para orientação do uso pedagógico dos resultados do Sistema de Avaliação Educacional do Estado de Goiás (Saego). Subsecretários regionais de Educação, diretores de núcleos pedagógicos das subsecretarias, tutores pedagógicos, professores formadores e técnicos das superintendências poderão fazer uma análise conjunta dos resultados – que, ao lado das avaliações diagnósticas, compõem o Saego – e, assim, definirem as ações depois de se apropriarem dos dados.

Com o Saego, todos terão muito mais subsídios para o planejamento pedagógico. Inclusive o governo do Estado que, por meio da Secretaria da Educação, vai definir ainda com mais rapidez e precisão as iniciativas necessárias para garantir melhor qualidade do ensino e aprendizagem nas escolas estaduais. A Prova Goiás (a avaliação externa do Saego) será aplicada anualmente.

O seminário foi aberto nesta terça-feira, 10, pelo chefe do Núcleo de Orientação Pedagógica da Seduc, Raph Gomes, e pelo coordenador de Análise e Publicações do CaED, Wagner Silveira Resende, que também fez uma palestra. Raph Gomes destacou a relevância das avaliações no contexto das mudanças na educação em Goiás e reforçou a necessidade de que os resultados sejam utilizados estritamente para fins pedagógicos.

Segundo o chefe de núcleo, uma média de proficiência, analisada isoladamente, não diz muito de uma escola. “É preciso analisar os diferentes aspectos, observando a distribuição dos alunos na escala de proficiência, entre outras variáveis, para entender o que se passa em cada unidade de ensino”, ponderou.

A Prova Goiás foi aplicada no dia 23 de novembro do ano passado e contemplou todas as turmas de 2º, 5º e 9º ano do Ensino Fundamental e também os alunos da 3ª série do Ensino Médio. No total, mais de 136 mil estudantes das escolas estaduais fizeram as provas de Língua Portuguesa e de Matemática.

O resultado obtido pelas provas é complexo e exige uma avaliação apurada. Não há referências para comparações, pois se trata do primeiro Saego.

Seis aspectos foram considerados para os resultados: 1) proficiência média, 2) participação, 3) distribuição do percentual de alunos por padrão de desempenho, 4) percentual de alunos por nível de proficiência e padrão de desempenho, 5) percentual de acerto por descritor e 6) resultado por aluno. Não há como considerar os resultados de proficiência isoladamente. Por isso a importância da realização deste seminário junto com o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd), parceira da Seduc neste importante programa.

Fonte: Secretaria de Educação do Estado de Goiás


Criado em: 12 abr 2012 | Categoria: Notícias |